sábado, 1 de junho de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Convite - Fórum de maio - mês da LUTA ANTIMANICOMIAL
CONVITE
Convidamos
você para participar do II Encontro do Fórum Permanente Intersetorial de
Saúde Mental da Região de Ourinhos, que ocorrerá no dia 23 de maio de 2013, às 14h, nas Faculdades Integradas de Ourinhos –
FIO, anfiteatro 3, bloco 3 (próximo à Biblioteca).
Nesse
dia em continuação às comemorações do mês da Luta Antimanicomial, teremos uma
roda de conversa com a participação do Professor Abílio Costa-Rosa, Livre
Docente da UNESP-Assis, Psicanalista e Analista Institucional, falando sobre “Caracterização ético-política
da Atenção Psicossocial: uma dimensão fundamental”; e também contaremos com a participação da
Assistente Técnico de Planejamento em Ações de Saúde II, DRS IX Marília,
Planejamento em Saúde Mental, Maria
Madalena Pollon Sá Freire, falando sobre a implantação da RAPS: Rede de Atenção Psicossocial.
Sua
presença é muito importante para nós.
Certos
de podermos contar com sua participação, agradecemos.
Atenciosamente.
Participantes do Fórum Permanente Intersetorial
de Saúde Mental da Região de Ourinhos.
Maio
de 2013.
sábado, 20 de abril de 2013
ENCONTRO DE ABRIL
RODA DE CONVERSA COM RICARDO SPARAPAN PENA: SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA E A REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
Reunião realizada no dia
05/04/2013 ás 14:00 na Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos. Foi iniciada com os
seguintes informes e discussões: 1) possibilidade de realização do próximo
encontro do Fórum, como parte das atividades e discussões, na semana da Luta
Antimanicomial; 2) os municípios de Ourinhos, Salto Grande, Santa Cruz do Rio
Pardo estão planejando uma atividade regional para semana da Luta: bingo e/ou
gincana; 3) Representante do CRP de Assis informou que não houve reunião
promovida por este Conselho para planejar ações da semana da Luta
Antimanicomial, a próxima reunião será dia 15/04/2013 às 14:30 na sede do CRP
Assis; 4) trabalhadores do CAPS de Ourinhos, como também, trabalhadores dos
CRAS de Ourinhos manifestaram que verificarão possibilidade de participar da
reunião promovida pelo CRP.
Em seguida, os membros do
Fórum se apresentaram, registramos a presença dos municípios: Ourinhos,
Adamantina, Bernardino dos Campos, Palmital, Candido Mota, Chavantes, Santa
Cruz do Rio Pardo e Marília. Na sequencia, o convidado Ricardo Sparapan Pena
também se apresentou e iniciou a discussão a respeito da Saúde Mental na
Atenção Básica. Apresentaremos em tópicos os principais pontos da discussão:
- o SUS alinhado à
perspectiva da Saúde Coletiva prevê a Saúde Mental também desenvolvida na
Atenção Básica;
- para atuação
profissional que afirme o SUS é necessário a revisão e reflexão do discurso e
práticas votadas para a eliminação de sintomas de doenças;
- produção de saúde diz
respeito a práticas profissionais que afirmem a vida, não apenas eliminem ou
busquem sintomas;
- para a prática da saúde
mental que vá além da eliminação de sintomas é necessário superar a concepção
dicotômica de indivíduo: corpo versus
mente.
- a saúde mental não é
composta somente por profissionais especializados, pois a pessoa em si não é
segmentada (corpo-mente), o paciente é um indivíduo em sua totalidade, assim,
merece atenção também em sua totalidade;
- a saúde mental necessita
de atuação em equipe, de articulação entre os trabalhos, serviços, como também
entre as políticas públicas;
- é necessário o trabalho
em rede e compartilhamento de saberes, nesta perspectiva a saúde mental faz-se
também na atenção básica;
- os encaminhamentos
realizados pelos profissionais entre os serviços e políticas públicas devem
produzir uma rede de atendimento e cuidado;
- trabalhar na perspectiva
de rede envolve, inclusive, o Matriciamento, o apoio técnico oferecido para os
demais serviços que compõe a rede de cuidado.
- na concepção do
Matriciamento é que se pode pensar o acolhimento e atendimento dos sujeitos na
atenção básica.
- defesa da saúde além da
ausência de sintomas, como a capacidade de produzir novas normas à própria
vida;
- a concepção de saúde não
pode ser permeada por juízos de valores ou idealizada;
- a atenção básica amplia
a possibilidade de acolhimento e cuidado;
- há um estigma e
preconceito com o sujeito com doenças psiquiátricas ou em estado de sofrimento
mental;
- tal estigma/preconceito
dificulta o acolhimento dos sujeitos nos vários serviços, como também na
atenção básica da saúde;
- a saúde mental é parte
do SUS e da Saúde Coletiva, não é uma especialidade fechada e de
responsabilidade de profissionais específicos;
- quando não ha composição
de rede de cuidado e produção de saúde mental, ocorre a judicialização dos
indivíduos com doenças ou em sofrimento mental;
- os psicólogos, em geral,
reproduzem a prática clínica individual na atuação no SUS, ou seja, não atuam
em concordância com os princípios do SUS ou da saúde pública;
- a identidade
profissional, muitas vezes, é permeada por concepções individualistas de
prática;
- na atuação profissional
que afirme o SUS, a saúde pública, é necessário tecer relações com os demais
profissionais, demais políticas públicas e, inclusive, em contato permanente
com os usuários para a construção da rede de atenção e cuidado;
- ao tecer a rede e para
consolidação dela, faz-se necessário que os profissionais assumam as
responsabilidades com os serviços prestados e políticas públicas envolvidas;
- a rede entre os serviços
e políticas públicas é necessária com objetivo de produção de espaços coletivos
para a problematização e acompanhamento dos casos;
- os trabalhadores devem
assumir responsabilidades que afirmem o SUS e a humanização dos serviços;
- as políticas públicas
devem responder às necessidades da população, ou seja, devem ser organizadas e
executadas na lógica do território;
- a atenção básica da
saúde e outros equipamentos de outras políticas públicas estão no território;
- a descentralização da
saúde mental faz-se necessária para ampliar a acolhida dos usuários, como
também para a composição da rede de serviços que atendam aos princípios da
reforma psiquiátrica e cidadania;
- tais princípios são
construídos em relação permanente com os usuários, por meio do controle social,
gestão participativa, e demais modelos que respeitem e levem em conta a opinião
dos usuários.
Depois foi servido um
lanche para todos oferecido pelo Supermercado Pão de Açúcar de Ourinhos.
A próxima reunião do Fórum
ocorrerá no mês de maio de 2013, provavelmente relacionada aos eventos da
Semana da Luta Antimanicomial.
Ourinhos, 05 de abril de 2013.
domingo, 7 de abril de 2013
Encontro do Fórum em Chavantes!
Reunião em Chavantes, presentes 4 dos 12 municípios e
próximo encontro em 05 de Abril
(14h00min) Estácio de Sá, sala 103.
A reunião foi aberta pela Psicóloga Mary do
município de Chavantes. Foi dada a palavra ao Prefeito e ao Secretário
Municipal de Saúde para as boas vindas. Depois foi dado prosseguimento ao
programado.
A psicóloga Juliana Roman do CRAS de Ourinhos
conversou com todos sobre o que seria o “Fórum”, assunto discutido na última
reunião:
·
O
que é o Fórum?
- onde pensaremos sobre nossas ações
- local destinado à discussão pública, em que neste caso,
é sobre a saúde mental (objeto do nosso Fórum).
- espaço aberto para quem quiser participar,
compartilhando suas experiências e dúvidas.
O que seria o Fórum? Pessoas que se reúnem, estando
dispostas a se envolver de alguma forma participativa, tendo ações para que
algo mude, aconteça.
·
Proposta
de Comissão: Comissões: que irão conversar com o judiciário, levando o conteúdo
do Fórum, para que seja debatido.
Cada comissão trabalhar com um aspecto, estabelecer
prazos para apresentar aos demais do Fórum.
Os municípios ativos irem até os municípios que
estão “afastados” para “resgatá-los”. Um município estar ajudando o outro, se
unindo.
·
Fazer
com que o Fórum seja mais ativo,
- Reuniões uma vez ao mês.
- É um espaço horizontal, todos tomam decisões
juntamente.
- Intervenções em hospitais psiquiátricos.
(articulação, discutir junto com os profissionais da
saúde).
·
Comentários:
Eduardo (Terapeuta Ocupacional)
“Planejamento estratégico, delimitando o foco de cada
grupo (comissão)”.
Priscila (Psicóloga)
“Olhar para cada caso, pois cada caso é um caso. Ter um
olhar mais amplo e não tão fechado”.
·
Proposta
do Fórum
Cada município tentar manter suas Reuniões municipais,
cada município se reunir para buscar melhorias.
·
Luta
antimanicomial (15 ou 22 de maio – FIO) EVENTO REGIONAL
Fala inicial – Saúde Mental
Semana da Luta (18 Sábado)
Sair do Caps. do Ourinhos, ir até a Praça dos
Expedicionários de Ourinhos.
·
Presença
do CRP que convida para reunião dia 25 do CRP de Assis.
Chavantes, 20 de março de 2013.
quarta-feira, 27 de março de 2013
CONVITE FÓRUM 05 DE ABRIL!
Convidamos
você para participar do próximo encontro do Fórum Permanente Intersetorial de
Saúde Mental da Região de Ourinhos, que ocorrerá no dia 05 de abril de 2013, na SALA 103, Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos,
às 14h, onde contaremos com a presença do Dr. Ricardo Sparapan Pena,
consultor da Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde e supervisor
clínico-institucional em Saúde Mental pelo QUALICAPS – Ministério da Saúde.
Certos
de podermos contar com sua participação agradecemos.
Atenciosamente.
Participantes do Fórum Permanente Intersetorial
de Saúde Mental da Região de Ourinhos.
Março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
DIVULGANDO: MANIFESTO EM DEFESA DO CAPS ITAPEVA E DO SUS
Queremos noticiar, por meio deste brevíssimo texto escrito às pressas, a difícil jornada que nós, profissionais da saúde mental, temos enfrentado; em especial nestes últimos dias. O intuito aqui é transmitir que, recentemente, e mesmo não estando na ditadura, sofremos um golpe. Gostaríamos de compartilhar com outros profissionais, serviços de saúde, aos que se interessam pela saúde mental e pela defesa do SUS e movimentos sociais em defesa da vida, aos que militam ainda por uma “sociedade sem manicômios” e pela manutenção dos ideários da Reforma Psiquiátrica. E, ainda, aos psicanalistas interessados pela clínica da psicose, pelas questões da saúde pública. O evento de “caça às bruxas” que, infelizmente, estamos enfrentando neste momento no CAPS e que todos estamos cientes que faz parte de um contexto muito maior e bastante atual. Esperamos, assim, disparar uma discussão mais ampla.
O CAPS Professor Luís da Rocha Cerqueira – bastante conhecido como CAPS Itapeva - teve nos seus últimos anos sob a gestão da Organização Social SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento para a Medicina). O nome desta organização, que também gerencia outros equipamentos de saúde espalhados pela cidade de São Paulo, já sugere que a sua preocupação é bem específica. A sua administração tem comprovado que o seu interesse é exclusivamente a medicina, interesse este que não se estende aos pacientes nem tampouco à saúde mental. Explicaremos...
No início desta semana, fomos surpreendidos com a notícia de que haveria uma demissão em massa – na qual cerca de 30 profissionais em regime de CLT foram desligados abruptamente do serviço. O motivo alegado pela direção era o corte de verba realizado pela Secretaria de Estado da Saúde. Anexado a este aviso, também nos foi informado que seríamos liberados do cumprimento do aviso prévio e, ainda, que seríamos indenizados de acordo com a lei e que não precisaríamos voltar ao CAPS, ficando à direção com a incumbência de comunicar o nosso desligamento aos usuários. Obviamente, ignoramos esta última sugestão, para não dizer solicitação, recusando a desaparecer do CAPS. Desse modo, temos - além de administrar o impacto desta notícia para cada um de nós e a forma violenta como tal manobra foi feita pela direção do serviço -, nos dedicado a realizar a despedida com os nossos usuários, tentando explicar para cada um a situação, fazer o desligamento e, em alguns casos, planejar e realizar os encaminhamentos possíveis. Apesar de estar sendo um momento de expressivo sofrimento para usuários e funcionários, impossível de disfarçar, temos tentado suavizar, na medida do possível, o impacto desta situação, acolhendo os usuários que, por sua vez, têm se mostrado muito lúcidos e também acolhedores para com a equipe nesta circunstancia tão devastadora.
Nesta reunião da direção com os funcionários que se deu em caráter de informe (não deixando nenhuma brecha para qualquer debate e esclarecimentos); aliás um, senão o único, esclarecimento que nos foi dado foi assim explicitado: uma equipe mínima se responsabilizaria pelo cuidado de mais de 500 pacientes - garantindo, então, que o CAPS não fechasse as suas portas -, e que não precisaríamos nos preocupar. Mas, isto é quase impossível para os que escolheram trabalhar em um equipamento como o CAPS, cuja missão é acompanhar intensivamente os pacientes com quadros mentais graves e seus familiares.
A nossa hipótese é que este corte de vários profissionais alocados neste CAPS foi um pretexto para fazer a “faxina”, ou seja, retirar aqueles que incomodam, que, no entender da direção, “atrapalham” porque relembram incessantemente os princípios reformistas, que entendem que o CAPS é um lugar de uma construção coletiva que leva em consideração seus usuários e profissionais para a efetuação de qualquer mudança, que enfrentam a loucura sem querer normatizá-la, que não evita os conflitos que existem em todo e qualquer ambiente institucional, que entende que os impasses na clínica podem ser promotores de avanços teóricos e, consequentemente, para a própria clínica.
Pela experiência que tivemos até então, a política da SPDM é manter a gestão separada da clinica. A sua perspectiva de trabalho é bastante médica, verificável nas mínimas condutas, Por exemplo, no início do convênio firmado com esta OSS, a direção insistia em que a triagem deveria ser uma atribuição dos médicos, desconsiderando que o acolhimento, em um modelo CAPS, é uma prática que todos os profissionais participam. Em outro momento, quiseram instituir um programa em parceria com a UNIFESP que, no CAPS, denominaram de “Programa de Esquizofrenia Refratária”, que caracterizaria por um grupo que atuaria junto aos pacientes com diagnóstico de esquizofrenia em uso de clozapina. Sempre aprovamos que o serviço pudesse usufruir do que há de melhor em termos de medicamentos, mas não apoiamos sobremaneira as ações e programas cujo recorte é a doença, pois estas propostas correm na contramão de um CAPS. Foram vários enfrentamentos da equipe com a direção que nos mostravam todos os dias um desconhecimento das balizas que norteiam o nosso trabalho. E mais grave: desconhecem a premissa fundamental do CAPS, a saber: a instituição é um recurso da clínica e não apenas um espaço físico para alojar loucos. Assim, a conseqüência é que temos vivido, sobretudo, com esta experiência, que a direção não faz questão de que a instituição seja hospitaleira, pois desconsidera os princípios mais básicos para uma relação de convivência com a diferença, que prima pelo respeito e pela reciprocidade.
A nossa hipótese é de que com essas mudanças todas, eles até poderão continuar a se nomear CAPS (e receberem muito por isso), mas será a realização de uma outra proposta: um ambulatório, um centro de referência, um centro de especialidades, um setor de hospital, um estacionamento (como ironizou uma ex-servidora) ou qualquer outra coisa, menos um CAPS.
Infelizmente, o que temos assistido é que o CAPS Itapeva – que carrega uma história tão longa no campo da saúde mental e também na formação de profissionais -, tem sido desmontado por meio de muitas estratégias (que aqui não daria para esmiuçar), sendo a demissão em massa apenas uma delas. Ambicionando um ambiente asséptico em que não cabe nenhuma espécie de discordância e conflito, esta administração não coloca a clínica em primeiro lugar. Ademais, despreza as diretrizes e princípios estipulados pelas portarias ministeriais, o que enfraquece o SUS. Com a saída maciça de profissionais, muitos projetos, oficinas, grupos, atendimentos, equipes, parcerias institucionais e intervenções no território foram encerrados; destruindo, em nossa opinião, em um tempo tão curto, investimentos de tantos anos. A execução das demissões tem redundando numa série de desdobramentos e o que constatamos é que o maior ataque é dirigido ao próprio CAPS, já que a instituição não é o espaço físico somente, mas são as pessoas, os profissionais e os pacientes que animam esta clínica, bem como as práticas e os acontecimentos construídos cotidianamente e compartilhados coletivamente...
Cabe ainda dizer que, mais do que garantir os nossos empregos ou lutar por condições mais dignas e favoráveis de trabalho no campo da saúde, a nossa intenção com este texto é manifestar publicamente a nossa insatisfação com esta situação e, sobretudo, defender o CAPS. Em se tratando do Itapeva, o CAPS mais antigo do Brasil, o primeiro a experimentar a clínica ampliada, que alojou àqueles que participaram da sua invenção (antes mesmo deste projeto se constituir como lei) e que estavam atravessados pelas experiências de Reforma no mundo, a saber: a psicoterapia institucional francesa, a desistitucionalização italiana, dentre outras; e que fizeram valer, desde 1987, a proposição de Basaglia de que é possível e desejável uma clínica que coloque a doença entre parênteses e cujo foco seja a existência/sofrimento, e que, no dizer dos simpatizantes da psicanálise, uma clínica cujo foco é o sujeito.
Enfim, a nossa indignação pode ser ainda explicitada com estas perguntas: Como essas pessoas - impregnadas por um discurso médico e psiquiatrizante, que estiveram ao longo de seus itinerários formativos e de trabalho, tão alienadas destes movimentos históricos e sociais, especialmente, da reforma psiquiátrica, movimento este que dá norte a todos os CAPS -, podem gerenciar este projeto? Como entregar nas mãos desses que se dizem especialistas em cuidar de pacientes com “transtornos mentais graves” (como eles gostam de dizer) e, que ao fazer o gerenciamento do serviço a seu bel prazer, desconsideram o vínculo? Como deixar que estes gestores administrem um equipamento deste porte como uma empresa e não como um serviço de saúde, viabilizando ações que banalizam os efeitos da ruptura para os pacientes psicóticos? Que tipo de lugar tem a clínica para eles? Qual o compromisso com os usuários? O que fazer para impedir esse desmantelamento de um trabalho coletivo construído há anos cuja aposta é fortalecer uma clínica artesanal, inevitavelmente implicada com as ações e com o desejo de cada um? Em suma, como aceitar tamanha contradição?
quarta-feira, 6 de março de 2013
CONVITE
Convidamos
você para participar da reunião do Fórum Permanente Intersetorial de Saúde
Mental da Região de Ourinhos, que ocorrerá no dia 20 de março de 2013, às 14h, no Centro Cultural de Chavantes, Av.
Conceição, nº277, ao lado da rodoviária em Chavantes.
Sua
presença é muito importante para continuidade das propostas.
Certos,
de podermos contar com sua participação, agradecemos desde já.
Atenciosamente.
Participantes do Fórum Permanente Intersetorial
de Saúde Mental da Região de Ourinhos.
Março de 2013.
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